sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Mário Marques: “Vou torcer de longe”

Técnico do Gonçalense não comanda equipe na reta final da segunda fase

O Gonçalense está com a faca a e o queijo na mão para conseguir uma das vagas na semifinal da Copa Rio. Para isso, precisa de um simples empate diante do Audax Rio, sábado (7), em Bangu, para carimbar a vaga. Porém, o técnico Mário Marques não estará no comando, já que cumpre compromisso profissional com o Bangu, no Vietnã. Mário falou sobre o empate com a Portuguesa, salientando que foi um jogo aberto, de duas equipes fortes.

-Quem foi ao jogo viu tanto o Didinho, com a experiência que ele tem, em saber que tinha um jogo e que se empatasse em casa é fatal, tanto que ele modificou a maneira da Portuguesa jogar, com três atacantes, e nós temos uma tendência em jogar para o ataque e quem não viu o jogo e observou o resultado de 1 a 1 vai achar que o jogo foi feio e não foi, um jogo aberto, todo mundo buscando, tiveram chances de fazer o 2 a 1, nós tivemos chances também, mas foi um jogo aberto. Agora, nessa última rodada, é o que eu passei para eles, tem que saber jogar, tem que saber usar a cabeça, vamos jogar em um campo em que minha equipe vai bem, o campo do Bangu, e vou estar de longe torcendo para que a gente consiga passar de fase. Disse.

Na conversa com a diretoria do Gonçalense, ficou determinado que Pinduca, que já comandou o time na Série B, fica no cargo.

-Eu já conversei com o Pinduca, que vai ficar no meu lugar, já tem uma maneira de jogar, eu acho que a equipe se encaixou bem, eu botei três atacantes, deu certo, eu acho que a princípio não se muda, está tudo dentro do planejado e se Papai do Céu ajudar o Gonçalense vai passar dessa fase. Salientou.

O que ainda está indefinido é o futuro do treinador após seu retorno do Vietnã. Ele espera ainda ter condições para pegar o time na semifinal, caso a classificação ocorra.

-Eu vou resolver, primeiro eu vou torcer pra dar certo aqui. Se o Gonçalense passar eu ainda chego para uma semifinal, ou final. Lá no Bangu, se a gente não passar eu volto e como estou torcendo para que o Bangu traga esse título internacional para o país, que é importante para os jogadores quanto pra mim. Comentou.

Mário ainda falou da parceria que o fez acompanhar o Bangu na excursão, e que tudo já estava planejado e agendado.


-Existem algumas situações, nesse caso específico estava acertado antes mesmo de eu ir para o Gonçalense e quando eu fui fazer os cinco jogos, apareceu o convite do Bangu, e foi tudo ligado. Montamos uma situação com os jogadores do Gonçalense e do Bangu e do empresário. Juntos fizemos esse balanço. Encerrou.

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