Mário Marques: “Vou torcer de longe”
Técnico do Gonçalense não comanda equipe na reta final da
segunda fase
O Gonçalense está com a faca a e o queijo na mão para
conseguir uma das vagas na semifinal da Copa Rio. Para isso, precisa de um
simples empate diante do Audax Rio, sábado (7), em Bangu, para carimbar a vaga.
Porém, o técnico Mário Marques não estará no comando, já que cumpre compromisso
profissional com o Bangu, no Vietnã. Mário falou sobre o empate com a Portuguesa,
salientando que foi um jogo aberto, de duas equipes fortes.
-Quem foi ao jogo viu tanto o Didinho, com a experiência que
ele tem, em saber que tinha um jogo e que se empatasse em casa é fatal, tanto
que ele modificou a maneira da Portuguesa jogar, com três atacantes, e nós
temos uma tendência em jogar para o ataque e quem não viu o jogo e observou o
resultado de 1 a 1 vai achar que o jogo foi feio e não foi, um jogo aberto,
todo mundo buscando, tiveram chances de fazer o 2 a 1, nós tivemos chances
também, mas foi um jogo aberto. Agora, nessa última rodada, é o que eu passei para
eles, tem que saber jogar, tem que saber usar a cabeça, vamos jogar em um campo
em que minha equipe vai bem, o campo do Bangu, e vou estar de longe torcendo
para que a gente consiga passar de fase. Disse.
Na conversa com a diretoria do Gonçalense, ficou determinado
que Pinduca, que já comandou o time na Série B, fica no cargo.
-Eu já conversei com o Pinduca, que vai ficar no meu lugar, já
tem uma maneira de jogar, eu acho que a equipe se encaixou bem, eu botei três
atacantes, deu certo, eu acho que a princípio não se muda, está tudo dentro do
planejado e se Papai do Céu ajudar o Gonçalense vai passar dessa fase. Salientou.
O que ainda está indefinido é o futuro do treinador após seu
retorno do Vietnã. Ele espera ainda ter condições para pegar o time na semifinal,
caso a classificação ocorra.
-Eu vou resolver, primeiro eu vou torcer pra dar certo aqui.
Se o Gonçalense passar eu ainda chego para uma semifinal, ou final. Lá no
Bangu, se a gente não passar eu volto e como estou torcendo para que o Bangu
traga esse título internacional para o país, que é importante para os jogadores
quanto pra mim. Comentou.
Mário ainda falou da parceria que o fez acompanhar o Bangu
na excursão, e que tudo já estava planejado e agendado.
-Existem algumas situações, nesse caso específico estava
acertado antes mesmo de eu ir para o Gonçalense e quando eu fui fazer os cinco
jogos, apareceu o convite do Bangu, e foi tudo ligado. Montamos uma situação
com os jogadores do Gonçalense e do Bangu e do empresário. Juntos fizemos esse
balanço. Encerrou.
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